No giz do gesto, o jeito pronto do piscar dos cílios, que o convite do silêncio exibe em cada olhar...

quarta-feira, 21 de março de 2012

Medo contemporâneo



[...]Acho que é isso:
no fundo, a gente tem medo do que é simples,
porque sempre parece bom demais para ser verdade.
A gente duvida da simplicidade.
O que nos mata é o medo.

(Noemyr Gonçalves)






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